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terça-feira, 8 de maio de 2012

Comemoração do 1º de Maio



Esteve patente, na Biblioteca. 

Comemoração do 1º de Maio - DIA DO TRABALHADOR

Comemoração do 25 de Abril

Esteve patente, na Biblioteca, uma pequena exposição alusiva ao 25 de Abril de 1974.

segunda-feira, 19 de março de 2012

segunda-feira, 1 de junho de 2009

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Quinta-feira de Espiga



O Dia da espiga ou Quinta-feira da espiga é celebrado no dia da Quinta-feira da Ascensão com um passeio matinal, em que se colhe espigas de vários cereais, flores campestres e raminhos de oliveira para formar um ramo, a que se chama de espiga. Segundo a tradição o ramo deve ser colocado por detrás da porta de entrada, e só deve ser substituído por um novo no dia da espiga do ano seguinte. As várias plantas que compõem a espiga têm um valor simbólico profano e um valor religioso. Crê-se que esta celebração tenha origem nas antigas tradições pagãs e esteja ligada à tradição dos Maios e das Maias.
O dia da espiga era também o "dia da hora" e considerado "o dia mais santo do ano", um dia em que não se devia trabalhar. Era chamado o dia da hora porque havia uma hora, o meio-dia, em que em que tudo parava, "as águas dos ribeiros não correm, o leite não coalha, o pão não leveda e as folhas se cruzam". Era nessa hora que se colhiam as plantas para fazer o ramo da espiga e também se colhiam as ervas medicinais. Em dias de trovoadas queimava-se um pouco da espiga no fogo da lareira para afastar os raios.
A simbologia por detrás das plantas que formam o ramo de espiga:
Espiga – pão
Malmequer – ouro e prata
Papoila – amor e vida
Oliveira – azeite e paz
Videira – vinho e alegria
Alecrim – saúde e força.

(retirado da wikipédia)

quinta-feira, 30 de abril de 2009

1 de Maio de 1974






Aqui ficam algumas fotos do dia 1 de Maio de 1974, em Lisboa, a maior manifestação de sempre em Portugal. Cerca de um milhão de pessoas comemoraram esta data, 6 dias depois da revolução de 25 de Abril.

1 de Maio

História do dia do trabalhador
No dia 1º de Maio de 1886, 500 mil trabalhadores saíram às ruas de Chicago, nos Estados Unidos, em manifestação pacífica, exigindo a redução da jornada para oito horas de trabalho. A polícia reprimiu a manifestação, dispersando a concentração, depois de ferir e matar dezenas de operários.

Mas os trabalhadores não se deixaram abater, todos achavam que eram demais as horas diárias de trabalho, por isso, no dia 5 de Maio de 1886, quatro dias depois da reivindicação de Chicago, os operários voltaram às ruas e foram novamente reprimidos: 8 líderes presos, 4 trabalhadores executados e 3 condenados a prisão perpétua.
Foi este o resultado desta segunda manifestação.

Em 1889 o Congresso Operário Internacional, reunido em Paris, decretou o 1º de Maio, como o Dia Internacional dos Trabalhadores, um dia de luto e de luta. E, em 1890, os trabalhadores americanos conquistaram a jornada de trabalho de oito horas.

Tantos anos depois das grandiosas manifestações dos operários de Chicago pela luta das oito horas de trabalho e da brutal repressão patronal e policial que se abateu sobre os manifestantes, o 1º de Maio mantém todo o seu significado e actualidade.

Na Europa o "Dia do Trabalhador" comemora-se sempre no dia 1 de Maio.

Os trabalhadores aproveitam este dia para alertar o Governo e outras entidades para algumas das suas necessidades, tais como: direitos dos trabalhadores, aumento de salários e melhores condições.
Todos os anos este feriado é comemorado com a realização de algumas actividades.

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Capitães de Abril



Capitães de Abril
é um filme realizado por Maria de Medeiros, em 2000.
Este filme é um relato do dia 25 de Abril de 1974. Pode ser requisitado na biblioteca (em versão VHS).

25 de Abril



Este é um emblemático cartaz do 25 de Abril.

Na biblioteca da escola pode encontrar-se muita informação sobre esta data tão importante para Portugal. Eis alguns livros que podem ser consultados:

A Revolução das Flores: do 25 de Abril ao Governo Provisório
Henrique Barrilaro Ruas, direcção e coordenação . - Lisboa : Editorial Aster

HISTÓRIA DO SÉCULO XX DÉCADA A DÉCADA
dir. científica, António Reis ; pref. e introd. da década, Mário Soares.
Paço de Arcos : Edimpresa
vol. 8: 1970 -1979

XX o século do povo : os testemunhos directos dos seus protagonistas
coord. John Stevenson . - Madrid : Ediclube
Vol. 24: 1965-1975

Revolução interior À procura do 25 de Abril
João Ramalho Santos, João Miguel Lameiras ; il. José Carlos Fernandes.
Coimbra : Afrontamento, 2000.

COLÓQUIO A FORMAÇÃO DE PORTUGAL CONTEMPORÂNEO : 1900-980
Comunicações ao colóquio (Dezembro de 1981) organizado pelo Gabinete de Investigações Sociais
A. Sedas Nunes, Manuel L. Marinho Antunes e Manuel Villaverde Cabral
Lisboa : Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa

HISTÓRIA CONTEMPORÂNEA DE PORTUGAL
direcção de João Medina.
Camarate : Multilar, D. L. 1988

HISTÓRIA DE PORTUGAL
dirigida por José Hermano Saraiva.
Lisboa : Publicações Alfa, 1983

HISTÓRIA DE PORTUGAL DOS TEMPOS PRÉ-HISTÓRICOS AOS NOSSOS
DIAS
dir. João Medina.
Amadora : Clube Internacional do Livro, 1996

25 de Abril: o renascer da esperança
Manuel de Sousa; Ernesto Neves, il; Edite Estrela, pref..
Mem-Martins : Sporpress, 1999 (Mem-Martins : Printer Portuguesa, 1999)

Boas leituras!